Divulgação/Valesca no clipe de 'Viado'
Valesca liberou na quinta (27), seu novo clipe, Viado. No vídeo, ambientado em uma prisão cheia de homem com pouca roupa. A funkeira convertida em popstar faz o papel de uma policial e beija o modelo e ator Raphael Sander.
VEJA:
AUTOR: VIRGULA
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domingo, 30 de outubro de 2016
FILHA DE SOLANGE COUTO REVELA QUE SOFREU ABUSO E ESTUPRO, E ATRIZ DESABAFA: "REVOLTA"
Atriz Solange Couto e sua filha, Morena Mariah, de 25 anos. (Foto: Reprodução/Instagram)
Há quatro anos, a atriz Solange Couto convive com um drama familiar. Desde quando sua filha, Morena Mariah, de 25 anos, revelou à mãe ter sido vítima de dois casos de violência sexual. O primeiro aconteceu quando ela tinha apenas 11 anos. No outro, mais recente, ela foi estuprada pelo namorado. Segundo a jovem, o abuso sexual aconteceu com um familiar dentro da sua própria casa, enquanto a mãe saía para trabalhar. Elas falaram pela primeira vez sobre o assunto em entrevista exclusiva ao EXTRA.
“Minha mãe trabalhava em outro estado e designou um familiar para tomar conta de mim nos períodos de ausência. Durante esse tempo em que ele ficou responsável por mim, ocorreram os episódios de abuso. Ele morava comigo na minha casa”, relata a jovem. "As pessoas acreditam que estupro só acontece na rua, com um estranho que se aproxima numa rua escura. E não é assim. Passei por dois episódios de abuso e nenhum dos dois foi com pessoas desconhecidas".
Solange diz que sabe quem foi a pessoa que abusou da filha, mas esperava que a própria fosse à polícia fazer a denúncia.
“Fiquei absurdamente indignada. Isso me revolta de tal maneira, porque eu não posso fazer nada, nem justiça, porque a Morena só veio me contar isso anos depois, quando ela já era maior. Então, não tive o que fazer. Me sinto amarrada, de pés e mãos. Não posso chegar na cara da pessoa e dar um murro, nem apontar o dedo na cara e esculachar. Não posso nada porque nada foi dito, nada foi aclarado, e ela não quer denunciar, tem medo”, desabafa a atriz.
O segundo caso de violência sexual aconteceu quando Morena já era adulta.
“Namorei um rapaz, e ele se aproveitou de um momento em que eu estava embriagada e adormeci para me estuprar. Sexo sem consentimento é estupro. Mesmo que o sujeito que faça isso seja cônjuge”, diz ela. "Demorei algum tempo pra entender o que tinha acontecido. Eu estava desacordada. E mesmo após o ocorrido, ele tentou fazer piada do fato de ter feito aquilo.
Há quatro anos, a atriz Solange Couto convive com um drama familiar. Desde quando sua filha, Morena Mariah, de 25 anos, revelou à mãe ter sido vítima de dois casos de violência sexual. O primeiro aconteceu quando ela tinha apenas 11 anos. No outro, mais recente, ela foi estuprada pelo namorado. Segundo a jovem, o abuso sexual aconteceu com um familiar dentro da sua própria casa, enquanto a mãe saía para trabalhar. Elas falaram pela primeira vez sobre o assunto em entrevista exclusiva ao EXTRA.
“Minha mãe trabalhava em outro estado e designou um familiar para tomar conta de mim nos períodos de ausência. Durante esse tempo em que ele ficou responsável por mim, ocorreram os episódios de abuso. Ele morava comigo na minha casa”, relata a jovem. "As pessoas acreditam que estupro só acontece na rua, com um estranho que se aproxima numa rua escura. E não é assim. Passei por dois episódios de abuso e nenhum dos dois foi com pessoas desconhecidas".
Solange diz que sabe quem foi a pessoa que abusou da filha, mas esperava que a própria fosse à polícia fazer a denúncia.
“Fiquei absurdamente indignada. Isso me revolta de tal maneira, porque eu não posso fazer nada, nem justiça, porque a Morena só veio me contar isso anos depois, quando ela já era maior. Então, não tive o que fazer. Me sinto amarrada, de pés e mãos. Não posso chegar na cara da pessoa e dar um murro, nem apontar o dedo na cara e esculachar. Não posso nada porque nada foi dito, nada foi aclarado, e ela não quer denunciar, tem medo”, desabafa a atriz.
O segundo caso de violência sexual aconteceu quando Morena já era adulta.
“Namorei um rapaz, e ele se aproveitou de um momento em que eu estava embriagada e adormeci para me estuprar. Sexo sem consentimento é estupro. Mesmo que o sujeito que faça isso seja cônjuge”, diz ela. "Demorei algum tempo pra entender o que tinha acontecido. Eu estava desacordada. E mesmo após o ocorrido, ele tentou fazer piada do fato de ter feito aquilo.
E como era uma pessoa de minha total confiança, eu tentei esquecer o assunto. Eu demorei muitos anos pra conseguir falar sobre isso. Só já adulta eu consegui falar sobre isso. E foi muito difícil pros meus pais ter que lidar com isso".
Alerta para outras mulheres
A dor de Morena é transformada em luta por ela nas redes sociais, onde o tema é debatido diariamente através de seus posts. A jovem vive com a mãe, o irmão mais novo e o padrastro no Rio e atualmente está abrindo uma confeitaria no Rio.
“Vivo uma luta diária. Luto contra uma depressão que foi desencadeada depois disso. Procurei pessoas que passaram pela mesma coisa, conversei com muita gente ligada ao feminismo e finalmente fui entendendo que a culpa não era minha. O estupro causa um estrago muito grande dentro da gente porque as pessoas colocam a culpa sempre na vítima. Querem saber com que roupa você estava, se você havia bebido, como se qualquer uma dessas coisas pudessem justificar um estupro. Foi muito doloroso pra mim, mas a gente não tem do que se envergonhar e não pode se calar”, diz Morena.
A jovem conta que ainda não procurou a políicia para denunciar os casos de abusos por medo.
Eu não tinha provas. E também já pedi recomendações a muitas pessoas. Todas elas me desaconselharam a recorrer à denfesoria pública. Por ter sido algo que aconteceu há muito tempo, ele pode tentar virar o processo contra mim, como fez o treinador da (nadadora) Joana Maranhão, que relatou um abuso sexual. E, no momento, eu não posso arcar financeiramente com os custos de um processo", explica.
Morena também fez um desabafo em seu Facebook nesta sexta-feira explicando o motivo de não ter denunciado os estupradores:
"Eu não denunciei porque não tive meios para fazer a denúncia. O estuprador mora em outro estado, eu não tenho provas do abuso porque já tem muitos anos, e fui desaconselhada por várias pessoas que procurei a não abrir a denúncia pela defensoria. Eu teria que arcar com o processo e não tenho condições financeiras no momento de fazer isso. Tenho outras prioridades. Preciso primeiro cuidar da minha saúde mental e estar com a vida profissional sólida para poder entrar nessa batalha. Caso contrário essa denúncia pode se virar contra mim. Se você tem como provar, denuncie. Eu sou muito a favor da denúncia. Mas sabemos como funciona a justiça brasileira. Então antes de denunciar reúna as provas e se prepare psicologicamente porque desde desde a delegacia até o fórum nós somos desestimuladas a denunciar".
"Falar sobre o assunto só tem a função de oferecer apoio às pessoas que viveram a mesma coisa, assim como um texto da Joana Maranhão me fez entender muitas coisas. Já fui procurada por várias mulheres em desabafos e torço pra que a gente consiga quebrar esse silêncio que nos sufoca. O silêncio não vai nos proteger. Nós não temos do que nos envergonhar.", finalizou.
AUTOR: Extra Online
Alerta para outras mulheres
A dor de Morena é transformada em luta por ela nas redes sociais, onde o tema é debatido diariamente através de seus posts. A jovem vive com a mãe, o irmão mais novo e o padrastro no Rio e atualmente está abrindo uma confeitaria no Rio.
“Vivo uma luta diária. Luto contra uma depressão que foi desencadeada depois disso. Procurei pessoas que passaram pela mesma coisa, conversei com muita gente ligada ao feminismo e finalmente fui entendendo que a culpa não era minha. O estupro causa um estrago muito grande dentro da gente porque as pessoas colocam a culpa sempre na vítima. Querem saber com que roupa você estava, se você havia bebido, como se qualquer uma dessas coisas pudessem justificar um estupro. Foi muito doloroso pra mim, mas a gente não tem do que se envergonhar e não pode se calar”, diz Morena.
A jovem conta que ainda não procurou a políicia para denunciar os casos de abusos por medo.
Eu não tinha provas. E também já pedi recomendações a muitas pessoas. Todas elas me desaconselharam a recorrer à denfesoria pública. Por ter sido algo que aconteceu há muito tempo, ele pode tentar virar o processo contra mim, como fez o treinador da (nadadora) Joana Maranhão, que relatou um abuso sexual. E, no momento, eu não posso arcar financeiramente com os custos de um processo", explica.
Morena também fez um desabafo em seu Facebook nesta sexta-feira explicando o motivo de não ter denunciado os estupradores:
"Eu não denunciei porque não tive meios para fazer a denúncia. O estuprador mora em outro estado, eu não tenho provas do abuso porque já tem muitos anos, e fui desaconselhada por várias pessoas que procurei a não abrir a denúncia pela defensoria. Eu teria que arcar com o processo e não tenho condições financeiras no momento de fazer isso. Tenho outras prioridades. Preciso primeiro cuidar da minha saúde mental e estar com a vida profissional sólida para poder entrar nessa batalha. Caso contrário essa denúncia pode se virar contra mim. Se você tem como provar, denuncie. Eu sou muito a favor da denúncia. Mas sabemos como funciona a justiça brasileira. Então antes de denunciar reúna as provas e se prepare psicologicamente porque desde desde a delegacia até o fórum nós somos desestimuladas a denunciar".
"Falar sobre o assunto só tem a função de oferecer apoio às pessoas que viveram a mesma coisa, assim como um texto da Joana Maranhão me fez entender muitas coisas. Já fui procurada por várias mulheres em desabafos e torço pra que a gente consiga quebrar esse silêncio que nos sufoca. O silêncio não vai nos proteger. Nós não temos do que nos envergonhar.", finalizou.
AUTOR: Extra Online
RECORD PODE OBRIGAR GERALDO LUÍS A FAZER PROGRAMA DIÁRIO
A Record decidiu que não vai comentar o assunto (Foto: Divulgação)
Mesmo com a Record insistindo, Geraldo Luís se posicionou contra a proposta da sua emissora, de fazer programa diário. Mas acontece que, por força do seu novo contrato, que foi recém renovado, o apresentador não tem “poder” de decidir se quer ou não fazer programa diário, semanal ou em outros moldes.
Segundo o site ´UOL´, não há nenhum item ou inciso que permita ao contratado (Geraldo) decidir dia e horário da atração para a qual ele será designado.
Na opinião de dirigentes da casa, o único nome com perfil para combater Ratinho é Geraldo Luís.
Procurado pela publicação, Sérgio Dantino, advogado e representante jurídico de Geraldo, disse que devido a cláusulas de confidencialidade, não poderia comentar o assunto.
Ou seja: o apresentador já opinou que não quer fazer programa diário na emissora, mas quem manda mesmo e quem dicidirá se isso será acatado ou não é a Record.
AUTOR: noticiasaominuto
Mesmo com a Record insistindo, Geraldo Luís se posicionou contra a proposta da sua emissora, de fazer programa diário. Mas acontece que, por força do seu novo contrato, que foi recém renovado, o apresentador não tem “poder” de decidir se quer ou não fazer programa diário, semanal ou em outros moldes.
Segundo o site ´UOL´, não há nenhum item ou inciso que permita ao contratado (Geraldo) decidir dia e horário da atração para a qual ele será designado.
Na opinião de dirigentes da casa, o único nome com perfil para combater Ratinho é Geraldo Luís.
Procurado pela publicação, Sérgio Dantino, advogado e representante jurídico de Geraldo, disse que devido a cláusulas de confidencialidade, não poderia comentar o assunto.
Ou seja: o apresentador já opinou que não quer fazer programa diário na emissora, mas quem manda mesmo e quem dicidirá se isso será acatado ou não é a Record.
AUTOR: noticiasaominuto
sábado, 29 de outubro de 2016
SHAKIRA LANÇA SINGLE "CHANTAJE", PARCERIA COM MALUMA; OUÇA A MÚSICA
Shakira e Maluma (Foto: Reprodução/Instagram)
Nesta sexta-feira, 28, Shakira lançou a música “Chantage", fruto da parceria com o cantor conterrâneo Maluma. O single é cantado em espanhol, mas a cantora avisa que uma versão em inglês, intitulada “Blackmail” também será lançada em breve.
A música “Chantage” faz parte do décimo primeiro álbum de estúdio da colombiana.
O clipe já foi gravado em Barcelona, mas não tem data para o lançamento. Por enquanto, apenas o áudio da música foi liberado.
Nesta sexta-feira, 28, Shakira lançou a música “Chantage", fruto da parceria com o cantor conterrâneo Maluma. O single é cantado em espanhol, mas a cantora avisa que uma versão em inglês, intitulada “Blackmail” também será lançada em breve.
A música “Chantage” faz parte do décimo primeiro álbum de estúdio da colombiana.
O clipe já foi gravado em Barcelona, mas não tem data para o lançamento. Por enquanto, apenas o áudio da música foi liberado.
Confira:
AUTOR: O POVO
AUTOR: O POVO
LUDMILLA LANÇA NOVO CLIPE E É ELOGIADA POR FÃS; VEJA VÍDEO
A funkeira foi elogiada pelos seus seguidores no Instagram/ FOTO: REPRODUÇÃO/YOUTUBE
A funkeira Ludmilla lançou nesta sexta-feira, 28, o clipe "Sou eu", do seu mais novo álbum "A danada sou eu". A cantora ousa com um super-maiô, rebola, usa peruca e sensualiza em seu novo trabalho.
No Instagram, Ludmilla alertou os seus fãs por meio de uma publicação: "Saiu amores!", escreveu ela. Nos comentários, os seguidores elogiaram a funkeira pelo novo trabalho. "Tá demais, Ludy", disse um internauta. "Maravilhosa", ressaltou outro. "Parabéns! Ficou show", comentou o terceiro.
Confira o vídeo:
AUTOR: O POVO
A funkeira Ludmilla lançou nesta sexta-feira, 28, o clipe "Sou eu", do seu mais novo álbum "A danada sou eu". A cantora ousa com um super-maiô, rebola, usa peruca e sensualiza em seu novo trabalho.
No Instagram, Ludmilla alertou os seus fãs por meio de uma publicação: "Saiu amores!", escreveu ela. Nos comentários, os seguidores elogiaram a funkeira pelo novo trabalho. "Tá demais, Ludy", disse um internauta. "Maravilhosa", ressaltou outro. "Parabéns! Ficou show", comentou o terceiro.
Confira o vídeo:
AUTOR: O POVO
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
SILVIO SANTOS RECEBE PRÊMIO DE APRESENTADOR MAIS CONFIÁVEL
O troféu ficará no “Hall da Fama”, dentro do SBT, onde ficam expostos todos os prêmios, troféus e honrarias já recebidas pelo comunicador (Foto: Divulgação)
No “Programa Silvio Santos” que irá ao ar na noite deste domingo (30), a partir das 20h, no SBT, o maior comunicador do País, Silvio Santos, recebe de Luis Fischman (Presidente da Revista Seleções) e André Frascá (Gerente de publicidade da Revista Seleções), o Troféu “Marcas de Confiança”.
Através da pesquisa realizada junto ao Instituto Datafolha, a Revista Seleções constatou que Silvio Santos, pela segunda vez consecutiva, tem a maior credibilidade e confiança entre os brasileiros, segundo 75% dos votos pesquisados (cerca de 500 mil). A categoria do 15ª ano do “Prêmio Marcas de Confiança” questionou aos leitores da revista “Qual o apresentador/apresentadora de maior confiança do brasileiro”.
O troféu ficará no “Hall da Fama”, dentro do SBT, onde ficam expostos todos os prêmios, troféus e honrarias já recebidas pelo comunicador. “Esse troféu é bonito, hem? É um dos mais bonitos dos que ocupam lá, a minha galeria de troféus e lembranças”, comenta Silvio Santos.
AUTOR: noticiasaominuto
No “Programa Silvio Santos” que irá ao ar na noite deste domingo (30), a partir das 20h, no SBT, o maior comunicador do País, Silvio Santos, recebe de Luis Fischman (Presidente da Revista Seleções) e André Frascá (Gerente de publicidade da Revista Seleções), o Troféu “Marcas de Confiança”.
Através da pesquisa realizada junto ao Instituto Datafolha, a Revista Seleções constatou que Silvio Santos, pela segunda vez consecutiva, tem a maior credibilidade e confiança entre os brasileiros, segundo 75% dos votos pesquisados (cerca de 500 mil). A categoria do 15ª ano do “Prêmio Marcas de Confiança” questionou aos leitores da revista “Qual o apresentador/apresentadora de maior confiança do brasileiro”.
O troféu ficará no “Hall da Fama”, dentro do SBT, onde ficam expostos todos os prêmios, troféus e honrarias já recebidas pelo comunicador. “Esse troféu é bonito, hem? É um dos mais bonitos dos que ocupam lá, a minha galeria de troféus e lembranças”, comenta Silvio Santos.
AUTOR: noticiasaominuto
ROBERTO JUSTUS PODERÁ CONCORRER À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Roberto Justus está sendo incentivado e já tem convites de partidos para concorrer à Presidência da República em 2018 (Foto: Reprodução)
Recentemente, um candidato à prefeitura de Guaratuba, no Paraná, chamado Roberto Justus foi eleito mesmo sem se usar da fama do apresentador, que tem o mesmo nome.
Segundo o colunista Flávio Ricco, do site ´UOL´, o fato é que agora com o sucesso do outro candidato, o contratado da Record, Roberto Justus está sendo incentivado e já tem convites de partidos para concorrer à Presidência da República em 2018.
O nome do João Doria, eleito em São Paulo, é sempre citado como exemplo.
Muito na dele, Justus só tem respondido com um sorriso, que ninguém até agora descobriu o significado, se um "sim" ou se um "jamais".
AUTOR: Notícias ao Minuto
Recentemente, um candidato à prefeitura de Guaratuba, no Paraná, chamado Roberto Justus foi eleito mesmo sem se usar da fama do apresentador, que tem o mesmo nome.
Segundo o colunista Flávio Ricco, do site ´UOL´, o fato é que agora com o sucesso do outro candidato, o contratado da Record, Roberto Justus está sendo incentivado e já tem convites de partidos para concorrer à Presidência da República em 2018.
O nome do João Doria, eleito em São Paulo, é sempre citado como exemplo.
Muito na dele, Justus só tem respondido com um sorriso, que ninguém até agora descobriu o significado, se um "sim" ou se um "jamais".
AUTOR: Notícias ao Minuto
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
PROGRAMA SILVIO SANTOS SERÁ EXIBIDO NA ÁFRICA
Silvio Santos ( à dir.) em seu programa no SBT (Foto: Divulgação)
Com 53 anos no ar, o “Programa Silvio Santos” foi comprado pela primeira vez para exibição fora do Brasil.
Na feira audiovisual Mipcom, em Cannes, na França, na semana passada, o SBT negociou a atração comandada por seu dono, Silvio Santos, com dois canais africanos.
São eles o Boom TV e o Jango Magic, que operam em países de língua portuguesa como Angola, Cabo Verde,Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
O programa começará a ser exibido em janeiro.
A negociação contou com o aval de Silvio Santos.
AUTOR: Coluna Outro Canal na Folha de S. Paulo
Com 53 anos no ar, o “Programa Silvio Santos” foi comprado pela primeira vez para exibição fora do Brasil.
Na feira audiovisual Mipcom, em Cannes, na França, na semana passada, o SBT negociou a atração comandada por seu dono, Silvio Santos, com dois canais africanos.
São eles o Boom TV e o Jango Magic, que operam em países de língua portuguesa como Angola, Cabo Verde,Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
O programa começará a ser exibido em janeiro.
A negociação contou com o aval de Silvio Santos.
AUTOR: Coluna Outro Canal na Folha de S. Paulo
MORRE ATOR QUE MATOU BRANDON LEE POR ACIDENTE EM SET DE "O CORVO"
O ator Michael Massee em ‘Law & Order’ em 2013 (Ali Goldstein/NBC/NBCU/Getty Images)
Morreu aos 61 anos o ator Michael Massee, que ficou mais conhecido por uma tragédia que aconteceu durante as gravações do longa O Corvo (1994). Massee atirou em seu colega de elenco, Brandon Lee, filho de Bruce Lee, no set de filmagem.
Morreu aos 61 anos o ator Michael Massee, que ficou mais conhecido por uma tragédia que aconteceu durante as gravações do longa O Corvo (1994). Massee atirou em seu colega de elenco, Brandon Lee, filho de Bruce Lee, no set de filmagem.
O ator usou uma arma que havia sido erroneamente carregada com uma bala de verdade em vez de uma de festim pela equipe de produção do filme. Lee chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital, durante uma cirurgia, em 31 de março de 1993, aos 28 anos.
A morte de Massee foi confirmada por seu agente ao site da revista Variety nesta quarta-feira, mas, na segunda, o ator Anthony Delon, que trabalhou com o americano na série Interventions, já estava prestando homenagens ao colega. Não foram divulgadas outras informações sobre a morte do ator.
Depois do acidente no set de O Corvo, Massee deu um tempo no trabalho. “Acho que você nunca supera algo como isso”, disse ele em uma entrevista em 2005. O americano de Kansas City atuou em mais de oitenta longas e séries de TV. Ele trabalhou em filmes como Seven: Os Sete Crimes Capitais (1995), O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014) e Estrada Perdida (1997).
Massee deixou sua mulher, Ellen, e dois filhos.
AUTOR: VEJA
A morte de Massee foi confirmada por seu agente ao site da revista Variety nesta quarta-feira, mas, na segunda, o ator Anthony Delon, que trabalhou com o americano na série Interventions, já estava prestando homenagens ao colega. Não foram divulgadas outras informações sobre a morte do ator.
Depois do acidente no set de O Corvo, Massee deu um tempo no trabalho. “Acho que você nunca supera algo como isso”, disse ele em uma entrevista em 2005. O americano de Kansas City atuou em mais de oitenta longas e séries de TV. Ele trabalhou em filmes como Seven: Os Sete Crimes Capitais (1995), O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014) e Estrada Perdida (1997).
Massee deixou sua mulher, Ellen, e dois filhos.
AUTOR: VEJA
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
ENIGMÁTICO, BELCHIOR FAZ 70 ANOS COM PARADEIRO IGNORADO E CDs REEDITADOS
(Crédito da imagem: capa da caixa Três tons de Belchior. Projeto gráfico de GPS)
Cearense de Sobral, nascido em 26 de outubro de 1946, Antônio Carlos Belchior completa hoje 70 anos como um dos enigmas indecifráveis da música popular do Brasil. Se haverá festa, ninguém sabe onde. Sem paradeiro certo, Belchior está sumido há oito anos, mais precisamente desde 2008.
Cearense de Sobral, nascido em 26 de outubro de 1946, Antônio Carlos Belchior completa hoje 70 anos como um dos enigmas indecifráveis da música popular do Brasil. Se haverá festa, ninguém sabe onde. Sem paradeiro certo, Belchior está sumido há oito anos, mais precisamente desde 2008.
De artista recluso, o cantor e compositor passou a viver como foragido desde que a Justiça começou a cobrar dívidas deste senhor latino-americano sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e sem shows. O presente pelos 70 anos é dado ao público do artista neste mês de outubro através da caixa Três tons de Belchior, produzida pela gravadora Universal Music com reedições em CD de três álbuns do cantor.
Um desses álbuns, o único título de fato relevante dentre os três reeditados no box, completa 40 anos. Marco da discografia de Belchior, Alucinação (Philips, 1976, * * * * *) ganha a melhor reedição em CD na caixa editada com curadoria e textos do jornalista Renato Vieira. A atual reedição reproduz, no tamanho reduzido do CD, o encarte do LP original de 1976. E o som volta tinindo, por conta da exemplar remasterização feita por Ricardo Garcia (padrão sonoro de qualidade que se repete nas reedições dos outros dois discos).
Produzido pelo então quase iniciante Marco Mazzola, Alucinação tem arranjos de José Roberto Bertrami e repertório inteiramente autoral (composto sem parceiros) que inclui o hit radiofônico Apenas um rapaz latino-americano, os dois petardos roqueiros disparados pela cantora gaúcha Elis Regina (1945 – 1982) no show Falso brilhante (1975 / 1977) – Como nossos pais e Velha roupa colorida – e a regravação de A palo seco, música que Belchior lançara há dois anos no álbum de estreia, editado pela gravadora Continental em 1974 sem a merecida repercussão.
Alucinação, o álbum, inventaria perdas e danos da geração que tentou mudar o mundo na década de 1960. Belchior alfinetava a turma anterior, lembrando que o que há algum tempo era novo, jovem, já podia ser antigo naquele ano de 1976. Decorridos 40 anos da edição original, Alucinação hoje pode soar como álbum datado, até antigo, mas jamais velho porque, descontadas as referências da época, os embates entre gerações continuam girando em torno das mesmas questões universais expostas com contundência por Belchior em letras que iam direto ao ponto, sem firulas e metáforas.
Já os dois outros álbuns da caixa, Melodrama (PolyGram, 1987, * * 1/2) e Elogio da loucura(PolyGram, 1988, * * 1/2) – ambos até então inéditos no formato de CD – soam velhos, datados, inclusive por conta da eletrônica sonoridade oitentista imposta ao artista na época. Basta comparar a regravação modernosa de Todo sujo de batom (1974), manchada com os teclados da época em Melodrama, com os registros feitos pelo compositor em 1974 e em 1977 (o segundo foi o melhor deles, sendo destaque do bem-sucedido álbum Coração selvagem, editado naquele ano de 1977 pela Warner Music).
Embora Belchior tenha tentado se afinar com o som da década de 1980, Melodrama – analisado hoje sob o benefício da perspectiva do tempo – já soa como disco fora de moda na época do lançamento. Belchior já era outro e precisava rejuvenescer, mas não o fez. A música brasileira também já era outra. Contudo, em Elogio da loucura, o artista ainda tentou atualizar a ideologia de Alucinação em letras que, no geral, soaram mais contundentes do que as melodias. De todo modo, o pastiche sonoro de boa parte da produção fonográfica da década de 1980 voltou a dar o tom em Elogio da loucura, outro disco fora de moda já na época do lançamento.
A própria MPB, corrente na qual Belchior se integrara ao longo dos áureos anos 1970, já começava a ficar fora de moda em 1988, suplantada pela geração pop do rock brasileiro e pelos pagodeiros dos quintais cariocas que conquistaram fama ao longo daquela década. Não por acaso, Marisa Monte despontou para o sucesso nacional em janeiro de 1989 com uma música brasileira de sotaque mais pop, deixando velhos (ao menos naqueles anos) ícones da MPB de gerações anteriores à dela.
Belchior foi um desses ícones. Empurrado para a margem do mercado fonográfico a partir da década de 1990, Belchior nunca mais gravou um disco com a repercussão, mesmo modesta, obtida por Melodrama e Elogio da loucura na mídia. O cantor e compositor passou a viver do passado de glória, fazendo shows com os sucessos que lhe garantiriam o sustento e um público fiel. Até que, por volta de 2007, a cabeça de Belchior começou a sair dos trilhos existenciais e a agenda de shows começou a ficar progressivamente vazia. A reclusão se tornou fuga que, com o passar do tempo, adquiriu caráter lendário.
Aos 70 anos de vida, Antônio Carlos Belchior se transformou no enigma que ninguém consegue decifrar. A oportuna caixa Três tons de Belchior reaviva parte do legado do artista e as ideias de uma mente que parece sempre ter estado em ebulição. (Cotação: * * * 1/2)
AUTOR: G1/Mauro Ferreira
Um desses álbuns, o único título de fato relevante dentre os três reeditados no box, completa 40 anos. Marco da discografia de Belchior, Alucinação (Philips, 1976, * * * * *) ganha a melhor reedição em CD na caixa editada com curadoria e textos do jornalista Renato Vieira. A atual reedição reproduz, no tamanho reduzido do CD, o encarte do LP original de 1976. E o som volta tinindo, por conta da exemplar remasterização feita por Ricardo Garcia (padrão sonoro de qualidade que se repete nas reedições dos outros dois discos).
Produzido pelo então quase iniciante Marco Mazzola, Alucinação tem arranjos de José Roberto Bertrami e repertório inteiramente autoral (composto sem parceiros) que inclui o hit radiofônico Apenas um rapaz latino-americano, os dois petardos roqueiros disparados pela cantora gaúcha Elis Regina (1945 – 1982) no show Falso brilhante (1975 / 1977) – Como nossos pais e Velha roupa colorida – e a regravação de A palo seco, música que Belchior lançara há dois anos no álbum de estreia, editado pela gravadora Continental em 1974 sem a merecida repercussão.
Alucinação, o álbum, inventaria perdas e danos da geração que tentou mudar o mundo na década de 1960. Belchior alfinetava a turma anterior, lembrando que o que há algum tempo era novo, jovem, já podia ser antigo naquele ano de 1976. Decorridos 40 anos da edição original, Alucinação hoje pode soar como álbum datado, até antigo, mas jamais velho porque, descontadas as referências da época, os embates entre gerações continuam girando em torno das mesmas questões universais expostas com contundência por Belchior em letras que iam direto ao ponto, sem firulas e metáforas.
Já os dois outros álbuns da caixa, Melodrama (PolyGram, 1987, * * 1/2) e Elogio da loucura(PolyGram, 1988, * * 1/2) – ambos até então inéditos no formato de CD – soam velhos, datados, inclusive por conta da eletrônica sonoridade oitentista imposta ao artista na época. Basta comparar a regravação modernosa de Todo sujo de batom (1974), manchada com os teclados da época em Melodrama, com os registros feitos pelo compositor em 1974 e em 1977 (o segundo foi o melhor deles, sendo destaque do bem-sucedido álbum Coração selvagem, editado naquele ano de 1977 pela Warner Music).
Embora Belchior tenha tentado se afinar com o som da década de 1980, Melodrama – analisado hoje sob o benefício da perspectiva do tempo – já soa como disco fora de moda na época do lançamento. Belchior já era outro e precisava rejuvenescer, mas não o fez. A música brasileira também já era outra. Contudo, em Elogio da loucura, o artista ainda tentou atualizar a ideologia de Alucinação em letras que, no geral, soaram mais contundentes do que as melodias. De todo modo, o pastiche sonoro de boa parte da produção fonográfica da década de 1980 voltou a dar o tom em Elogio da loucura, outro disco fora de moda já na época do lançamento.
A própria MPB, corrente na qual Belchior se integrara ao longo dos áureos anos 1970, já começava a ficar fora de moda em 1988, suplantada pela geração pop do rock brasileiro e pelos pagodeiros dos quintais cariocas que conquistaram fama ao longo daquela década. Não por acaso, Marisa Monte despontou para o sucesso nacional em janeiro de 1989 com uma música brasileira de sotaque mais pop, deixando velhos (ao menos naqueles anos) ícones da MPB de gerações anteriores à dela.
Belchior foi um desses ícones. Empurrado para a margem do mercado fonográfico a partir da década de 1990, Belchior nunca mais gravou um disco com a repercussão, mesmo modesta, obtida por Melodrama e Elogio da loucura na mídia. O cantor e compositor passou a viver do passado de glória, fazendo shows com os sucessos que lhe garantiriam o sustento e um público fiel. Até que, por volta de 2007, a cabeça de Belchior começou a sair dos trilhos existenciais e a agenda de shows começou a ficar progressivamente vazia. A reclusão se tornou fuga que, com o passar do tempo, adquiriu caráter lendário.
Aos 70 anos de vida, Antônio Carlos Belchior se transformou no enigma que ninguém consegue decifrar. A oportuna caixa Três tons de Belchior reaviva parte do legado do artista e as ideias de uma mente que parece sempre ter estado em ebulição. (Cotação: * * * 1/2)
AUTOR: G1/Mauro Ferreira
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