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terça-feira, 25 de outubro de 2016

LUTO NO FUTEBOL: MORRE AOS 72 ANOS, CARLOS ALBERTO TORRES O MAIOR DOS CAPITÃES BRASILEIROS

O gesto imortal de Carlos Alberto Torres após a conquista do tri pelo Brasil 1970 (Foto: Agência AP)

A braçadeira de capitão sempre lhe caiu bem. Porte esguio, olhar penetrante, personalidade marcante. Não tinha jogador que não ouvisse com atenção suas observações, seus conselhos ou, na pior das hipóteses, suas broncas. Nem Pelé escapava, e foram muitas as vezes em que precisou até baixar a cabeça. Mas não era só isso. Habilidoso, clássico, desarmava com estilo, saía jogando com elegância. E foi essa lenda, esse grande capitão, que o futebol brasileiro e o mundo perderam nesta terça-feira, aos 72 anos. 

Morreu na manhã desta terça-feira, no Rio de Janeiro, vítima de enfarte fulminante, Carlos Alberto Torres, atualmente comentarista do SporTV. Nome e sobrenome de craque. O homem do tricampeonato mundial em 1970, que beijou e levantou a Taça Jules Rimet. O pai de Andrea e de Alexandre Torres, zagueiro que atuou no Fluminense e no Vasco. O Capita, como era carinhosamente chamado.

Casado três vezes - uma das esposas foi a atriz Terezinha Sodré -, o capitão do tri, que também foi vereador no Rio, de 1989 a 1993, pelo PDT, estava em casa jogando palavras cruzadas quando passou mal, na Barra da Tijuca. Ainda foi levado para o Hospital Riomar, onde chegou por volta das 11h (de Brasília) com parada cardiorrespiratória, mas as tentativas de reanimá-lo foram em vão. O detalhe é que Carlos Alberto tinha um irmão gêmeo, Carlos Roberto, falecido há um mês. O enterro será na manhã de quarta, no Cemitério de Irajá, na Zona Norte do Rio.

- Tudo foi feito, mas não teve reanimação. Foi provavelmente um infarto agudo do miocárdio. Algumas vezes obtemos êxito. Teríamos condições de reanimar com procedimento, mas ele não nos deu essa chance. Ele já tinha algumas doenças que poderiam levar a esse fato. Sem contar a idade, 72 anos. Chegou acompanhado da esposa, desacordado, sem nenhuma resposta e sem sinais de vida naquele momento. As manobras foram adotadas naquele momento, mas não obtivemos resposta. É lamentável - disse o médico Marcelo Meucci.

Nascido a 17 de julho de 1944, carioca do bairro da Vila da Penha, Carlos Alberto, seja como lateral-direito, onde começou na base do Fluminense, seja como zagueiro, sempre desfilou pelos gramados uma classe com a bola nos pés em que não ficava para trás nem para um astro do nível de Franz Beckenbauer. Santos, Botafogo, Flamengo e New York Cosmos tiveram em campo a sua classe. Era reverenciado no mundo todo pelo seu passado. Depois, como treinador, o Capita, como era carinhosamente chamado, teve como pontos altos a conquista do Campeonato Brasileiro de 1983, pelo Flamengo, da Copa Conmebol, em 1993, pelo Botafogo, e do Campeonato Carioca de 1984, pelo Fluminense.
No tour da Taça Fifa antes da Copa de 2014, realizada no Brasil, Carlos Alberto Torres repetiu o beijo que dera na Jules Rimet em 1970. Capitão ganhou títulos como jogador e técnico (Foto: Gaspar Nobrega / Inovafoto Divulgação)

Como jogador, Carlos Alberto conquistou uma penca de títulos. No Fluminense, onde começou a carreira, ganhou o Carioca em 1964, quando estourou, e depois, no seu retorno, os de 1975 e 1976, com a famosa Máquina montada pelo presidente eterno Francisco Horta. No Santos de Pelé, onde chegou em 1965, ainda garoto, e viveu o auge, atuando ao lado de craques como o próprio Rei do Futebol, Edu e Clodoaldo, companheiros de tricampeonato mundial, levou a Taça Brasil em 1965 e 1968, o Torneio Rio-São Paulo em 1966, a Recopa Sul-Americana em 1968 e muitos campeonatos paulistas - 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973.

Em sua breve passagem pelo Botafogo em 1971, emprestado pelo Santos, Carlos Alberto Torres não conquistou títulos mas teve também presença marcante, atuando ao lado de craques como Jairzinho, Paulo Cezar Caju e outros. Depois, voltou ao Peixe, ainda no mesmo ano, onde ficou até 1974. Retornou então ao Fluminense, onde viveu outro grande momento em sua carreira, com a Máquina de Rivellino, Paulo Cezar, Pintinho, Doval & Cia.

Saiu da Máquina em 1977 para atuar no Flamengo de Zico, onde também passou em branco mas viu começar ali aquela que seria a maior equipe rubro-negra da história. Depois, reviu Zico, Junior, Leandro e Adílio quando os comandou na conquista do Brasileiro de 1983.

O pouco tempo no Flamengo como jogador teve explicação. O New York Cosmos o queria. Já como zagueiro, Carlos Alberto foi para a equipe americana recém-montada para atuar com supercraques. O Cosmos ficou conhecido por reunir uma verdadeira seleção mundial, de Pelé a Franz Beckenbauer. E o Capita, por lá, foi campeão por quatro temporadas - 1977, 1978, 1980 e 1982. Levantar taça era com ele mesmo.
E quando, no estádio Azteca, levantou a Jules Rimet, a maior que conquistou, no tricampeonato de 1970, no México, Carlos Alberto eternizou não só o gesto, mas também uma geração fora de série. Zagallo sempre dizia que fora de campo era o comandante, mas, no gramado, era o seu capitão, o porta-voz. O gol marcado pelo lateral-direito, o último na goleada por 4 a 1 sobre a Itália na grande final, sintetizou o que o então camisa 4 e toda aquela Seleção tinham de melhor. A jogada, que iniciou da intermediária com série de dribles de Clodoaldo, foi de pé em pé até Pelé dar um simples toque para o lateral, que vinha de trás. A bola ainda deu uma pequena subida antes de o jogador desferir o potente chute que estufou a rede.

Carlos Alberto era um jogador moderno para o seu tempo. Tinha forte poder de marcação, a ponto de poder ter atuado, já como veterano, na zaga. Era também dono de uma rara habilidade e contava com fôlego e capacidade para subir ao ataque como elemento surpresa.

Liderança como jogador e técnico

Sua história na Seleção começou em 30 de maio de 1964, contra a Inglaterra, no Maracanã, na goleada por 5 a 1. Foram 69 partidas com a camisa verde-amarela e nove gols marcados. Um número considerável para um lateral-direito. Na Seleção sentiu-se à vontade como nos clubes para exercer uma liderança dentro e fora de campo, principalmente no tricampeonato mundial de 1970, ao lado de Pelé e Gerson.

Como jogador, Carlos Alberto Torres ainda teve uma breve passagem pelo California Surf, até retornar ao Cosmos e encerrar a carreira em 1982. Não demorou muito, no entanto, para o Capitão voltar a frequentar o mundo do futebol, mas como treinador. Numa decisão ousada na época, o Flamengo, em crise na tabela do Brasileirão, convidou Carlos Alberto para ser o técnico. O time tinha sido campeão em 1982, mas passava por mau momento naquele período. O Capita assumiu a equipe e a levou a uma reação na tabela rumo ao tricampeonato brasileiro, na final sobre o Santos, vencida por 3 a 0, num Maracanã com mais de 150 mil pessoas.

Ali era o começo de uma carreira como treinador com altos e baixos. Sim, Carlos Alberto não foi como técnico tão brilhante como era no gramado com a bola nos pés. Mas teve momentos importantes. No Botafogo, comandou uma equipe limitada tecnicamente rumo à conquista de uma competição internacional, a Copa Conmebol, conquistada em 1993. A final foi contra o Peñarol. Depois do 1 a 1 em Montevidéu, os dois times voltaram a empatar, mas por 2 a 2, no Maracanã. A disputa foi para os pênaltis, com vitória alvinegra por 3 a 1. Tanto ao lado de craques consagrados como comandando jogadores jovens e desconhecidos, com ou sem braçadeira, o Capita tinha liderança e estrela.

AUTOR: GLOBO ESPORTE

APÓS FICAR 19 DIAS INTERNADO, JORGE FERNANDO RECEBE ALTA DE HOSPITAL

Divulgação -TV Globo

Os fãs de Jorge Fernando já podem ficar tranquilos, pois o diretor de novelas da Globo poderá descansar em casa, já que recebeu alta do hospital onde estava internado no Rio de Janeiro desde o dia 4 de outubro.

Após 19 dias internado, a assessoria de imprensa do Hospital Samaritano informou ao ESTRELANDO que Jorge Fernando recebeu alta no último domingo, dia 23. Não foram revelados detalhes do quadro de saúde do diretor.

Anteriormente, o hospital informou que Jorge Fernando havia sido internado após se queixar de dores abdominais, devido a uma inflamação no pâncreas. Apesar do quadro de saúde ser estável, ele precisou ficar internado para acompanhamento médico.

Vale lembrar que durante as gravações de Êta Mundo Bom!, Jorge Fernando teve que ficar uns dias em casa após sofrer uma crise renal.

AUTOR: Estrelando

domingo, 23 de outubro de 2016

COMO O ALCOOLISMO QUASE MATOU PHIL COLLINS

Phil Collins posa em Londres ao anunciar novos shows (Foto: Vianney Le Caer/Invision/AP)

Sentado em uma suíte espaçosa em um luxuoso hotel em Londres, Phil Collins está devorando um prato de batatas fritas. "Depois você pode me trazer uma taça de vinho branco, por favor?", pede o músico a um assistente.

O pedido me causa surpresa, já que sua recém-lançada autobiografia, "Not dead yet" ("Ainda nâo morri", em tradução livre) revela, pela primeira vez, a extensão de sua batalha contra o alcoolismo.

"Uma noite após a outra, eu me vi na cama, olhando para o céu cinzento da Suíça, arruinando minha vida. Eu estava completamente sozinho – meus amigos eram Johnnie Walker e Grey Goose", diz ele, em referência a marcas de uísque e vodca.

A passagem do livro narra uma bebedeira que começou na Suíça e terminou após um voo até Nova York e, depois, um período em que ficou na UTI, quando ouviu um médico sussurar para sua família: "O testamento do senhor Collins está em ordem?".

Em entrevista à BBC, ele confessa: "Houve muitos momentos de tristeza como essa. Todos por culpa minha. Às vezes, eu apenas desabava. Um dia, lembro que estava tentando levantar para dar um abraço nas crianças e me desequilibrei. Deixei marcas de dente no piso da sala".

"Outra vez lembro de estar subindo as escadas e desmaiar. Acordei com uma poça de sangue em volta da minha cabeça. São muitos momentos dos quais eu não me orgulho."

Segundo o livro, Collins está sóbrio há três anos – e ele percebeu meu estranhamento quando pediu um vinho. "Atualmente, eu consigo tomar duas ou três taças de vinho – e isso é o suficiente para mim, obrigado", conta.

Sem família nem shows

Ele diz ainda que o alcoolismo foi uma "aberração" em sua vida causada por uma espécie de vazio criado por seu divórcio e pela agenda de shows vazia.

"Eu não tinha nem trabalho nem família. Sentia que eu merecia uma folga, eu queria ficar um tempo sem nada para fazer. Então, eu ligava a TV, assistia algum jogo e, você sabe, comecei a beber demais."

"Então, acho que eu estava tentando preenhcer um buraco. Mas agora eu reatei com a minha família, então, há um pouco mais de normalidade."

Ele também voltou a trabalhar: acaba de anunciar uma série de shows a partir de junho do ano que vem, incluindo eventos no Royal Albert Hall, em Londres.

Mas até lá, ainda há muito trabalho pela frente.

Uma turnê do Genesis em 2007 o deixou com uma vértebra descolada no pescoço que afetou os nervos de sua mão, fazendo com que não conseguisse mais tocar bateria na época. Ele também passou por uma cirurgia no ano passado, além de agora ter de andar de bengala por conta de uma fratura no pé.

"Ainda consigo fazer shows, mas não vou ficar correndo de um lado para o outro. Outras pessoas farão isso por mim."

Solo de bateria

Sobre voltar a tocar bateria, ele diz estar determinado. Mais do que isso, planeja tocar seu famoso solo na música "In the air tonight".

"É algo que, em teoria, iria deixar o público enlouquecido e faria muito bem para minha alma."

Collins hoje é tão "pé no chão" – ele passou longos minutos explicando truques para jogar "Crash Bandicoot", um game de PlayStation – que é fácil esquecer o tamanho de seu sucesso nos anos 80 e 90.

Um dos três únicos artistas a vender 100 milhões de álbuns tanto em carreira solo como integrando uma banda, ele aliou seus trabalhos solos com shows e álbuns do Genesis, papéis em filmes, trilhas sonoras para a Disney e produção e para artistas como Eric Clapton.

No livro, ele fala ainda de se reinventar com baladas pop e de como não sabia que um de seus discos havia vendido 25 milhões de cópias. Passando longe de um tom vingativo, ele também trata de de seus divórcios e esclarece o que chama de boatos que o perseguiam, como o de que havia pedido divórcio por fax e desentendimentos com Robert Plant.

Mas então o que ele aprendeu sobre si mesmo no processo de escrever o livro?

"Bem, eu descobri que trabalhei demais – algo que eu não necessariamente me dei conta na época. "

E isso lhe custou o fim de seus três casamentos, ele diz ter entendido que não há ninguém a culpar, a não ser ele mesmo.

Então, eu cito um capítulo em que ele e a banda decidem sobre sobre uma nova turnê em que ele diz "não consigo dizer não" e pergunto se esse não seria um bom subtítulo para o livro "o homem que não conseguia dizer não".

Mas Collins diz que ele se sentia obrigado a manter seus compromissos. "Se você disser 'não', o seu telefone pode nunca mais tocar."

AUTOR: BBC

sábado, 22 de outubro de 2016

JÔ SOARES ASSINA CONTRATO COM SBT E ESTREIA EM 2017

Jô Soares assina contrato com SBT e estreia no canal em 2017 (Foto: Getty)

Jô Soares vai mesmo retornar ao SBT. O apresentador já está com contrato assinado com a emissora de Silvio Santos, segundo informou o jornalista Leo Dias em sua coluna na edição deste sábado (22) do jornal O Dia.

Jô fica na TV Globo somente até dezembro deste ano. Quem o substituirá no horário é Pedro Bial, que conduzirá um programa de entrevista, com estreia prevista para abril de 2017. O programa de Bial, assim como o de Jô, será exibido de segunda a sexta.

Vale ressaltar que, atualmente, Bial comanda um programa de entrevistas no mesmo formato no canal pago GNT. Seria um “esquenta” para o ano que vem?

AUTOR: Notícias ao Minuto

CARLOS ALBERTO DE NÓBREGA SURGE EM FESTA COM NAMORADA 42 ANOS MAIS NOVA

Humorista vive romance com a médica Renata Domingues (Foto: Brazil News)

Carlos Alberto de Nóbrega, de 80 anos, já fez a fila andar. Depois de se separar de Andréa Nóbrega, 48, em julho, o dono do programa “A Praça É Nossa”, já está de namorada nova. E detalhe, a escolhida é 42 anos mais jovem que ele.

Na festa de aniversário de Rodrigo Faro, 43, que aconteceu na noite desta quinta-feira (20), em São Paulo, o artista do SBT apareceu pela primeira vez em público ao lado da médica Renata Domingues, de 38 anos. “Fomos apresentados por amigos há três meses, no show do Roberto Leal, e estamos namorando há um mês. Já conheci a família dele”, disse ela ao jornal “Extra”.

Ainda segundo Renata, ela não tinha relação alguma com o mundo dos famosos. “Não sou do meio artístico, somos de meios completamente diferentes”, disse Renata sem esconder a alegria de viver um romance com Carlos Alberto. “Estamos felizes”, confirmou a nutróloga que posou sorridente ao lado do comediante.

AUTOR: Yahoo

DANILO GENTILI É CONDENADO A PAGAR R$ 20 MIL DE INDENIZAÇÃO A PASTORA

Yonara não se contentou com a indenização e recorreu pedindo R$ 6 milhões, mas Band e Gentili também recorreram (Foto: Divulgação)

As piadas de Danilo Gentili estão lhe trazendo problemas novamente. Para ele e para a emissora, a Band. Ambos foram condenados pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) a pagarem indenização de R$ 20 mil à pastora Yonara Amaral de Lira, por piada feita no extinto programa "Agora é Tarde".

No dia 18 de outubro de 2013, o cantor Gabriel O Pensador e os humoristas Rafinha Bastos e Davi Mansour comentaram o testemunho da pastora que disse ter ido ao céu a ao inferno 15 vezes, segundo informa o IG.

“O que ela foi procurar no inferno? Com certeza foi r***! Quando chegou lá falou ´ah, essa r*** não é para mim, ninguém quer me comer, só tem viado aqui”, disse Gentili na época. O comentário saiu caro. Em dezembro de 2014, a juíza Maria Eunice Torres do Nascimento deu vganho de causa à pastora e destacou: "Importante destacar que sob o manto da liberdade de expressão não está, a imprensa, autorizada a ultrajar e denegrir à honra e dignidade da pessoa humana", determinou.

Yonara não se contentou com a indenização e recorreu pedindo R$ 6 milhões, mas Band e Gentili também recorreram alegando que a intenção era fazer rir e não ofender.

Na última segunda-feira (17), o desembargador Wellington José de Araújo manteve a condenação e disse que "o valor de R$ 20 mil mostra-se consentâneo com os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade".

AUTOR: estadao

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

MORRE O APRESENTADOR ÊNIO CARLOS

Ênio estava afastado do trabalho desde fevereiro para tratamento/DIVULGAÇÃO

O apresentador de TV e radialista Ênio Carlos faleceu na tarde de ontem, aos 51 anos, vítima de um câncer no cérebro. Ele foi diagnosticado em fevereiro deste ano, quando a equipe médica recomendou que ele se afastasse do trabalho para melhor recuperação.

Ergamênio Viana Pinto, nasceu em Aracati no ano de 1965 e iniciou carreira no rádio em 1988, comandando o programa Show da Madrugada da Rádio Verdes Mares AM. Já trabalhou na rádio Assunção, Cidade AM e na extinta TV Manchete. As últimas atuações na imprensa, além do trabalho na FM Verdes Mares, foram na TV Diário, onde permaneceu há mais de 15 anos com programa dominical que levava seu nome.

O velório ocorrerá a partir das 8h de hoje no Complexo velatório Ethernus. Haverá missa no local ao meio-dia. O sepultamento será às 16h em Aracati.

Em transmissão na noite desta quinta, o apresentador do programa Rota 22, Marcos Lima, também da TV Diário, prestou homenagem ao colega de trabalho. “Nós, os amigos e família, desejamos que descanse em paz o amigo Ênio Carlos”.

Por telefone, Natália Queiroz, amiga e ex-produtora lamentou muito o ocorrido. Atual apresentador do programa Tudo Por Elas, ela conta que o apresentador sempre foi bastante comprometido com o trabalho e inovador.

“O Ênio levava uma vida muito regrada, tanto no trabalho como em casa. Se alimentava bem, era preocupado com a saúde. Foi uma surpresa muito grande quando descobrimos o câncer”, contou Natália. Ela lembra que o apresentador foi um grande incentivador da carreira dela. “Ele era muito batalhador, acordava cedo e era muito comprometido com o trabalho que fazia, ajudou muita gente”, afirma.

De acordo com informações de amigos da família, o apresentador não estava mais internado e já se encontrava em casa. Ele permanecia lúcido e tinha esperanças de se recuperar para voltar ao trabalho. Casado há 27 anos com Juracéia Soares Viana Pinto, o apresentador deixa 3 filhas: Nicole, de 21 anos; Thamile, de 14 anos e Emilly, de 3 anos.

AUTOR: O POVO

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

PAULA FERNANDES DÁ PRIMEIRA ENTREVISTA APÓS VEXAME, "MEREÇO RESPEITO"

A cantora soube de toda a repercussão e desabafou, em entrevista (Foto: Divulgação)

Na última quinta (13), a cantora Paula Fernandes virou assunto nacional após deixar o cantor Andrea Bocelli no vácuo em dueto, durante show em São Paulo. O vídeo foi compartilhado na internet e a a cantora foi muito criticada. Ela alegou que estava muito emocionada. “Emocionada eu estava, mas travada nunca. Me preparei para isso”, afirma.

Para se explicar sobre o ocorrido e tentar apaziguar as críticas, Paula emitiu uma nota, via assessoria dizendo que a soprano Maria Aleida deveria se juntar à dupla, mas que, por problemas de saúde, teria desistido de subir ao palco de última hora. O fato foi desmentido pela soprano.

Paula soube de toda a repercussão e desabafou, em entrevista ao colunista Bruno Astuto: “O que rola é uma perseguição pesada comigo, em que sempre superdimensionam o que eu faço. Sou uma profissional séria e mereço respeito".

"Fiquei muito chateada, porque eu sou muito profissional, dou sempre o meu melhor. E, desta vez, pegaram muito pesado. Foi uma bomba atômica. Me sinto injustiçada", continuou.

Sobre o que aconteceu na ocasião, a cantora deu sua versão. "Na hora em que eu estava na coxia, praticamente entrando no palco, alguém me disse que a soprano estava com dor de garganta e não poderia cantar. Eu perguntei: “O Andrea está sabendo?”. Disseram que sim, mas ele não sabia. Na hora H, eu cantei os dois versos, ele não sabia, e ficou aquele silêncio. Ou seja, o que aconteceu foi uma desorganização da produção. Nem sei se ela estava doente, estou relatando o que me foi passado. O que eu vi é que ela pronta, arrumada, foi lá para trabalhar. Mas não subiu ao palco".

E continuou, falando sobre a repercussão: "Algumas pessoas superdimensionam ou distorcem o que eu faço; o que eu não faço, inventam. Já não é de hoje. Aquele foi um acontecimento isolado, eu fui crucificada como se tivesse dado um vexame. Num show, tudo pode acontecer. Nas duas primeiras músicas, tudo correu muito bem, mas disso ninguém fala, não é?".

Paula se defendeu, ainda, dizendo que não travou, ao contrário do que foi alegado. "É claro que eu estava emocionada, afinal estava cantando ao lado de um grande ídolo. Mas me preparei muito para aquele momento, estava muito feliz de estar naquele palco. Já fiz, graças a Deus, muitos duetos que me emocionaram, com pessoas maravilhosas, mas sou profissional. Acho injusto ter sido atacada dessa forma", conclui.

AUTOR: noticiasaominuto

ZEZÉ DI CAMARGO REVELA QUE SEU PAI TEM DOENÇA GRAVE

A revelação foi feita durante a exibição do ”Vídeo Show” (Foto: Divulgação)

Nesta segunda-feira (17), o cantor sertanejo Zezé Di Camargo que faz dupla com seu irmão Luciano, afirmou que seu pai Francisco sofre de uma doença grave. A revelação foi feita durante o ”Vídeo Show” durante a exibição de uma matéria que mostrava onde a família do artista cresceu.

No quadro ”Meu Vídeo é um Show” os dois também falaram que o sonho deles era dar uma casa mãe: ”Quando pegamos, realmente, um dinheiro reunido em maior quantidade, compramos a casa dela (mãe)”, disse Luciano. Zezé disse que quer dar uma vida de qualidade ao seus pais.

Zezé aproveitou e falou que seu pai tem enfisema pulmonar e que sempre vai cuidar dele: “Nosso papai, muita gente não sabe, está com 79 anos e tem um problema de saúde que é complicado. Ele fumou a vida inteira, desde os 14 anos, e tem enfisema pulmonar”, e completou dizendo: “Então, volta e meia, ele tem uma recaída, não pode ter bronquite, pneumonia nem pensar. O que de mais valioso a gente está podendo dar é a condição de tratamento e assistência para o nosso pai”, contou o artista.

AUTOR: noticiasaominuto

terça-feira, 18 de outubro de 2016

MARINA RUY BARBOSA FATURA MAIS DE R$ 30 MILHÕES POR ANO

A ruiva fatura cerca de R$ 30 milhões por ano (Foto: Divulgação)

Marina Ruy Barbosa só tem motivos para comemorar. Isso porque, atualmente, a famosa é a atriz da Globo que mais fatura em todo o país.

De acordo com informações do jornal “Agora São Paulo”, a ruiva fatura cerca de R$ 30 milhões por ano. Os altos ganhos viriam de publicidades, presença vip em eventos e anúncios nas redes sociais.

Vale lembrar, que esse valor, no entanto, não inclui o salário que ela recebe na TV Globo para participar de novelas e minisséries.

AUTOR: noticiasaominuto
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