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CELEBRATED NEWS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

NO RJ, MORRE AOS 91 ANOS O CANTOR E COMPOSITOR E RADIALISTA LUIZ VIEIRA

O compositor Luiz Vieira Foto: Divulgação / Marcello Castelo Branco

O cantor, compositor e radialista Luiz Vieira, 91 anos, morreu nesta quinta-feira (16). Ele estava internado na Casa de Saúde José, na Zona Sul do Rio, desde a noite desta quarta-feira (15).

Nascido em 12 de outubro de 1928, Luiz Vieira foi revelado nos anos 1950. 


Na década de 1960 fez sucesso com as músicas Prelúdio para ninar gente grande (Menino passarinho) e Paz do meu amor (Prelúdio nº 2).
Capa do álbum 'Luiz Vieira 90 anos' Foto: Divulgação

No ano passado, o artista foi homenageado com o lançamento de um disco que homenageava os seus 90 anos. A obra teve participação de artistas como Daniel, Renato Teixeira, Zeca Baleiro, Sérgio Reis, Claudette Soares, Edy Star, Maria Alcina entre outros.

O compositor era casado com Eurídice Pereira há 30 anos.

AUTOR: G1/RJ

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

APÓS MELHORA DE INFECÇÃO, CARLOS ALBERTO DE NÓBREGA TEM PREVISÃO DE ALTA

Reprodução/ Instagram

Carlos Alberto da Nóbrega recebeu previsão de ter alta médica no próximo sábado (18) após ficar internado no Hospital Sirio-Libanês depois de ter sido diagnosticado com prostatite (infecção na próstata) no último domingo (12). 

Segundo o UOL, o apresentador de "A Praça É Nossa", do SBT, disse que “a infecção diminuiu bastante” e que já está muito melhor.

Carlos Alberto passou mal após ingerir um iogurte fora da validade. 

Ele foi atendido pelo infectologista David Uip e pelo cardiologista Roberto Kalil e, ao fazer um exame de urina para ter um diagnóstico mais preciso, teve detectada a inflamação.

AUTOR: MSN

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

ATOR STAN KIRSCH DA SÉRIE "HIGHLANDER", É ENCONTRADO MORTO ENFORCADO NO BANHEIRO DE CASA

Stan Kirsch, ator da série 'Highlander', é encontrado morto Foto: Reprodução/Facebook

Stan Kirsch, conhecido por seu trabalho como Richie Ryan na série de TV “Highlander”, foi encontrado morto em sua casa em Los Angeles, segundo o site TMZ.

Fontes policiais informaram para a publicação que Kristyn Green, mulher do ator, o encontrou enforcado no banheiro. 


O serviço de emergência foi chamado, mas Stan Kirsch foi declarado morto no local.
FOTO YOUTUBE

Stan Kirsch tinha 51 anos e, além de participar das seis temporadas de “Highlander”, sucesso na década de 1990, também atuou em “General Hospital”, “JAG” e “Friends”

Um comunicado sobre a morte do ator foi publicado na página da série “Highlander”. “Toda vez que tivemos a oportunidade de estar com Stan, ele sempre foi gentil, atencioso e sincero. Ele foi uma presença calorosa que fará falta”.

Kristyn Green, mulher do ator, também fez uma publicação agradecendo o apoio. “Quero agradecer a todos pelo amor e carinho. Não consigo responder a todas as mensagens, chamadas e e-mails, mas tenho lido e ouvido cada um deles. Me sinto coberta de amor e serei sempre grata a cada um de vocês.”

AUTOR: G1

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

APÓS 7 ANOS, CASAMENTO DE GRETCHEN COM O PORTUGUÊS CARLOS MARQUES CHEGA AO FIM

O português seguirá morando em seu país natal e Gretchen irá se dividir entre a Europa e o Brasil para cumprir todas suas obrigações de trabalho. (Foto: Divulgação/Record TV)

O casamento de sete anos entre a cantora Gretchen e o português Carlos Marques chegou ao fim, de acordo com a colunista Fábia Oliveira, do portal O Dia. 

Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa da artista à jornalista, o término foi de comum acordo e o casal continuará se relacionando como amigos.

O português seguirá morando em seu país natal e Gretchen irá se dividir entre a Europa e o Brasil para cumprir todas suas obrigações de trabalho. 

"A todos queridos amigos e parceiros profissionais, lembrem-se que toda dor deve ser respeitada neste momento da vida das duas pessoas que, hoje, encerram oficialmente um ciclo de união", pontua trecho da nota divulgada pela cantora.

Carlos Marques, que participou do reality show Power Couple ao lado de Gretchen, já reclamou da perda de privacidade quando se casa com alguém do meio artístico.

“A gente tem de abrir mão de algumas coisas e tentar continuar fazendo o que sempre fez na vida”, disse ao portal Notícias da TV em agosto de 2018.

AUTOR: O POVO

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

EM MG, RUBENS VALVERDE, PAI DA ATRIZ ISIS VALVERDE SOFRE INFARTO E MORRE APÓS FAZER TRILHA DE MOTO

Ele fazia uma trilha de moto quando se sentiu mal e sofreu um infarto (Foto: Reprodução/ Instagram)

Morreu em Minas Gerais na tarde deste domingo, 12, o pai da atriz Isis Valverde. Rubens Valverde fazia uma trilha de moto quando teve um mal súbito, infartou e morreu. 

Ele chegou a ser socorrido a um hospital mas já chegou sem vida.

A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou o óbito. Caso aconteceu por volta das 16h30, de acordo com informações do G1 MG. Rubens foi socorrido por amigos para o Hospital de Baependi, interior de MG.

O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal de São Lourenço.A família Valverde, incluindo Isis, não haviam se pronunciado até a publicação desta matéria.

AUTOR: O POVO

domingo, 12 de janeiro de 2020

AMANHÃ 13-01, RENATO ARAGÃO COMPLETA 85 ANOS, COM LEGADO ÚNICO NA ÁREA DO ENTRETENIMENTO NACIONAL

Humorista cearense, nascido em Sobral, Renato Aragão completa 85 anos de vida amanhã (13) FOTO: TV GLOBO/ MATHEUS CABRAL

A data do nascimento foi decisiva no batismo. O caçula entre os oito filhos de Paulo Ximenes Aragão e Dinorá Lins chegava ao mundo num 13 de janeiro. O dia alui diretamente às celebrações de Santo Antônio, entidade casamenteira dos católicos. Porém, no caso de Antônio Renato Aragão a premissa era oferecer proteção.

O menino sobralense, de pais influentes nas letras (Ximenes era escritor e Dinorá professora) hoje é um senhor comemorando 85 anos de vida. As facetas foram inúmeras. Advogado, ator, roteirista, produtor, cineasta, escritor, empresário, embaixador, cantor, palhaço.

No correr das décadas encorpou diferentes tipos na TV, cinema e quadrinhos. Foi o vagabundo Bonga, O Maluco, Severina, Soldado 49, Aparício, Ananias e até Renato. Nenhum deles é tão celebrado quanto Didi Mocó Sonrizep Colesterol Novalgino Mufumbbo, o Didi.

Para o público, por vezes, a fronteira entre criador e criatura é das mais frágeis. Separar as personas é exercício árduo. Na esfera da ficção conhecemos o cearense magrelo, mulherengo, safo, pobre, malandro, mas de coração bom. Um herói para crianças de todos os cantos do País.

A vida real nos conta outra história. Nela solidificou-se a presença do empresário sério e obstinado, do homem avesso a badalações e de um artista criticado pelas decisões ou tratamentos destinados a colaboradores de longa data. São auras conflitantes, tal qual a convivência entre Dr Jekyll e Mr Hyde, ambas criaturas imaginadas por Robert Louis Stevenson (1850-1894) no romance "O Médico e o Monstro" (1886).

Coincidência, a narrativa criada pelo autor escocês foi referência para "O Incrível Monstro Trapalhão" (1981). O amor à literatura é uma das caras de Renato. Além de Stevenson, Charles Dickens (1812-1870), LaFontaine (1621-1695), Pasternak (1890-1960), entre outros imortais orbitam a mente do comediante. Acrescente aí doses generosas de Oscarito (1906-1970) e Charlie Chaplin (1889-1977).

Na companhia de Manfried Sant'Anna, Antônio Carlos Bernardes (1941-1994) e Mauro Faccio Gonçalves (1934-1990) liderou um fenômeno inigualável de audiência. Didi, Dedé, Mussum e Zacarias são as peças principais do xadrez denominado Os Trapalhões.

"Éramos palhaços. Eu era, posso dizer assim, o grande trabalhador dele, mas ele também trabalhava dia e noite sem parar e tinha uma confiança em mim", recorda Dedé Santana, o único companheiro da trupe ainda vivo.
"Ele falava, 'Dedé, você vai fazer isso'. Eu dizia, 'poxa, Renato, vou dirigir esse filme trabalhando?'. 'Você vai por que você sabe fazer'. Ele me empurrava nas coisas".
Dedé atribui a Didi as oportunidades que teve na vida, na televisão e no cinema. De origem pobre e vindo do circo, Dedé chegou a dirigir filmes em Los Angeles FOTO: MAURICIO FIDALGO

Daí parte a gratidão de Dedé ao amigo: fez-lhe abraçar oportunidades. "Sou muito agradecido a esse cearense maravilhoso por tudo que ele fez. Quando me vi em Los Angeles dirigindo filme, pensei, 'poxa, um garotinho de família pobre, de um cirquinho furado, estudando dois meses em cada cidade. Como é possível dirigir um filme nos Estados Unidos?'. Justiça seja feita, eu devo ao Renato Aragão".

Vídeo Alegre

O sonho do estrelato despertou na Capital cearense. Após a rápida passagem pelo Exército, no qual sobreviveu à queda de um avião, Renato Aragão parecia seguir um roteiro comum aos jovens daquele tempo.

"No início dos anos 1960, eu era um estudante de Direito em fim de curso na Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, um funcionário do Banco do Nordeste com uma carreira promissora e, da noite para o dia, ao saber de um concurso para redatores na recém-inaugurada TV Ceará, resolvi que queria fazer televisão", detalha no texto de apresentação da biografia "Renato Aragão: Do Ceará para o coração do Brasil" (2017), escrita pelo jornalista Rodrigo Fonseca.

A escolha decisiva do sobralense acompanhava um desejo particular.

"Fiz uma prova, passei e não apenas fui escrever como dar a cara no ar. E isso com o sonho de um dia fazer cinema. Tinha acabado de casar, em pouco tempo fui pai e mal fazia ideia de como dar conta de tantos afazeres de uma só vez. Mas dei", compartilha.

A TV Ceará, canal 2, empreendimento dos "Diários Associados" surgia em solo cearense. Os primeiros anos da empreitada (entre 1960 e 1966) são deliciosamente debulhados no livro "A Televisão no Ceará - Consumo, Lazer e Indústria Cultural", do pesquisador cearense Gilmar de Carvalho. Renato integrava aquele seleto grupo de pioneiros e, há 60 anos, estreava na televisão com o programa "Vídeo alegre".

Já doutor formado, o cearense foi parar no Rio de Janeiro para tomar parte no programa A-E-I-O-Urca. Um dos mais prolíficos palcos de Renato, a sétima arte, tornou-se realidade em 1965. Despontou em "A Pedra do Tesouro", curta produzido por Riva Farias e dirigido por seu irmão, o cinemanovista Roberto Farias (1932-2018).

O jornalista e radialista Joseoly Moreira acompanhou de perto o estabelecimento do comediante no Sudeste. Entre 1968 e 1970, o comunicador com notória habilidade no texto de comédia foi redator das traquinagens de Didi. 

"É o tipo de pessoa introvertida quando não conhece o ambiente. Mas, quando está com os amigos aí é só brincadeira do começo ao fim", detalha em torno da fama de "fechado" do aniversariante.

Boa parte dessa trajetória é contada por Joseoly no livro "Minha Vida, Minha História", lançado em outubro último. A amizade começou na TV Ceará e, quando Renato partiu para o Rio de Janeiro, surgiu o convite.

"Era muito divertido. Fiz algumas viagens com os Trapalhões. Eram muito solicitados. O empresário (cita Élcio Spanier Oliveira) já não tinha espaço para marcar no mapa os lugares visitados por eles", resgata.

Popularidade

O grupo liderado por Renato conseguiu ser um bem-sucedido produto audiovisual e segue até hoje relevantes no debate midiático. Originários da TV, possuíam narrativas em outras plataformas, como o cinema e as histórias em quadrinhos. Muito desse sucesso também deve-se às expertises individuais de cada integrante. 

Essa é uma das reflexões propostas pelo pesquisador André Carrico, na tese "Os Trapalhões no Reino da Academia: Revista, Rádio e Circo na poética trapalhônica".
Juntos, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, sempre levaram muita alegria a crianças e adultos por meio da televisão e do cinema FOTO: LUCIO MARREIRO

"Por meio de seus tipos fixos, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, soubemos e sabemos acerca das estratégias cômicas dos artistas de circo, do humorismo radiofônico e do teatro de revista. A obra trapalhônica, dessa forma, valorizou, atualizou e perpetuou o repertório cênico e os valores dessas três escolas, ao combinar seus procedimentos cômicos. 

Transmitidos de maneira não metodológica por gerações de artistas, esses valores foram atualizados pela heterogeneidade dos tipos d'Os Trapalhões, oriundos de quatro diferentes regiões periféricas do País. E traduziram-se numa visão particular e muito brasileira de comédia", aponta o estudo.

Outra reflexão de fôlego é "Os trapalhões e a comunicação midiática:a concepção de uma narrativa transmídia Made in Brazil", de Rafael José Bona. A tese investiga as marcas do quarteto em outras plataformas midiáticas, especialmente no intervalo compreendido entre os anos de 1987 e 1994.

Além da área acadêmica, outras publicações buscam desvendar a popularidade destes artistas. "As HQs dos Trapalhões" (2017) e "O Cinema dos Trapalhões: Por quem fez e por quem viu" (2016), ambas de Rafael Spacca são exemplos. Por conta das ironias da vida, o autor protagoniza uma disputa pública com Renato Aragão.

Spacca produz o documentário "Trapalhadas Sem Fim" e promete não esconder nada sobre os bastidores do programa "Os Trapalhões". A quantidade de entrevistados é farta,assim como os depoimentos negativos sobre o comportamento do artista cearense. O projeto foi proibido pelo líder Trapalhão.

Renato Aragão chega aos 85 anos envolto em polêmicas. Uma das promessas envolvendo a franquia será a realização de um documentário comandado pelo eterno Didi. Saindo do campo especulativo, um filme obrigatório sobre o grupo é "O Mundo Mágico dos Trapalhões" (1981), até hoje a maior bilheteria entre os documentários brasileiros.

A jornada do quarteto permite a desconstrução de um Brasil do passado, no qual piadas com teor racista, homofóbico e sexista eram aplaudidas.

Entretanto, o tipo de humor engenhado pelo grupo devassou as estruturas de um País cercado de calamidades sociais. Muitas foram as crianças iniciadas nas artes por apenas irem ver um filme dessa trupe. O menino de Sobral, que sonhava em ser estrela de cinema, deve estar satisfeito pelo legado ainda em construção.

AUTOR: DN

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

MORRE NOS EUA, AOS 67 ANOS NEIL PEART, BATERISTA DO RUSH

O baterista Neil Peart, um dos mais celebrados do rock no instrumento Foto: Lucíola Villela/G1

Neil Peart, baterista e letrista da banda Rush, morreu aos 67 anos em Santa Monica, nos EUA, disse nesta sexta-feira (10) a revista norte-americana "Rolling Stone".

O músico canadense morreu por causa de um câncer no cérebro diagnosticado há três anos, disse um porta-voz da família à revista.

Neil era um dos bateristas mais importantes da história do rock, com estilo virtuoso que era referência no rock progressivo e em outros estilos, como o heavy metal.

Part nasceu em 12 de setembro de 1952, em Ontario, no Canadá e aos 13 anos começou a estudar bateria. Cinco anos depois se mudou para Londres e só voltou a morar no país de origem em 1972.

Ele se juntou o Rush em 1974. A banda havia sido formada pelo guitarrista Alex Lifeson em 1968, mesmo ano em que entrou o baixista e vocalista Geddy Lee.

Com a entrada de Peart na bateria, o Rush se consolidou como um dos trios mais reconhecidos do rock. Suas letras cheias de referências literárias também foram fundamentais para a banda, que encerrou as atividades em 2018.

O baterista Neil Peart, do Rush, um dos mais celebrados do rock no instrumento Foto: Divulgação/ SiteRush

O baterista Neil Peart, um dos mais celebrados do rock no instrumento, durante apresentação do Rush na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, em outubro de 2010 Foto: Lucíola Villela/G1
Alex Lifeson, Geddy Lee e Neil Peart, componentes da banda Rush, aceitam a inclusão no Hall da Fama do Rock e se apresentam na noite da cerimônia em Los Angeles. Dave Grohl, do Foo Fighters (dir.), fez participação especial como 'Alex Lifeson' no passado. Foto: Danny Moloshok/Invision/AP

AUTOR: G1

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

EM MIAMI (EUA), THAMMY ASSISTE PARTO DO SEU PRIMEIRO FILHO E SURGE EMOCIONADO

Thammy Miranda (FOTO: Reprodução/Instagram)

Novo Papai! Thammy resolveu compartilhar aos fãs e seguidores nas redes sociais um momento pra lá de emocionante. 


O ator surgiu com a roupa apropriada de quem acabou de assistir o seu primeiro filho nascer.

Não tenho como explicar o que estou sentindo! Vou cuidar da minha esposa nesse momento e em breve venho falar com vocês!!! Obrigado por todo carinho, vocês fizeram toda diferença nessa nossa experiência!!!”, escreveu Thammy na publicação.

Os seguidores do galã ficaram emocionados e deixaram diversos comentários fofos no post. “Que Deus te dê muita sabedoria”, “coisa linda”, “nossa já está com cara de papai mesmo”, “parabéns papai”, comentaram os fãs.

Bento chegou ao mundo na última quarta-feira (08), em Miami. O filho de Gretchen falou emocionado com o jornalista Léo Dias sobre o momento, e disse se orgulhar da força de sua mulher na hora do parto.

“Não existe no mundo sensação melhor! Mas pra mim o que foi mais lindo, foi ver a força da minha esposa e estar com ela nesse momento! Ela é a mulher mais incrível que existe! Porque sem ela eu não teria ele!”, afirmou Thammy.

AUTOR: OBSERVATORIO.BOL.UOL

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

BBB20: VEJA AQUI AS MUDANÇAS NA NOVA EDIÇÃO DO REALITY

Ainda na propaganda é possível ver a logotipo da edição, com um "20" ao lado do nome do programa. (Foto: Reprodução/Big Brother Brasil/Globo)

Com estreia em 21 de janeiro, o Big Brother Brasil começou a dar spoilers, nesta segunda-feira, 6, da nova temporada, entre eles, uma casa formada por inscritos e convidados. Em seu vigésimo ano de exibição, o programa pretende trazer mudanças para o formato original com mais poderes para o líder, releituras de edições passadas e novas formas de evitar o paredão.

As novidades fazem parte de um vídeo publicado nas redes sociais do reality. Já havia a especulação que celebridades também fariam parte do programa, entre os cotados, a blogueira Bianca Andrade, conhecida como Boca Rosa, e a ex-participante Íris Stefanelli, a "Siri". 


Digitais influencers, como Carlinhos Maia, Gessica Kayane e Felipe Castanhari confirmaram terem sido convidados mas recusaram.

Na primeira chamada da edição deste ano, o Big Brother Brasil exibiu imagens de programas anteriores e prometeu uma "edição histórica da casa mais amada do Brasil".

Confira o vídeo:

AUTOR: O POVO

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

ATOR TOM LONG, MORRE 5 MESES APÓS SE ANUNCIAR CURADO DE CÂNCER

TOM LONG FOTO Patrick Riviere/Getty Images

O ator Tom Long morreu cinco meses após tornar público estar curado do câncer contra o qual lutava desde 2012. Afastado da indústria do entretenimento desde o diagnóstico de sua doença.
Tom Long: ator morreu pouco tempo depois de se declarar curado Imagem: Foto: Reprodução/ Instagram

O ator britânico Tom Long lutou durante sete anos contra um câncer. Ele mostrou, em sua conta no Instagram, a intensa batalha contra a doença, da qual foi declarado curado há cerca de cinco meses. 

No entanto, Long faleceu ontem, vítima de uma encefalite, que segundo as informações disponibilizadas pelo The Guardian, não teve qualquer relação com o mieloma múltiplo que acometeu o ator tratou nos últimos anos. 

Ele deixou dois filhos adolescente e a esposa, que confirmou a morte para o jornal britânico durante o fim de semana, além de ter publicado um texto no Instagram do marido falando sobre a situação, que pegou a todos de surpresa....

"É com profunda emoção que anuncio a morte do meu lindo marido guerreiro, Tom. Estamos arrasados por perder um homem tão amoroso e divinamente belo de nossas vidas. Todos os dias, ele foi nossa inspiração e nossa base. 

Ele agora está liberto das amarras de um corpo que deixou de funcionar. No fim, a encefalite o afastou desta vida terrena, pois sua missão aqui estava completa. Ele permanece livre do câncer. Ele será para sempre nosso professor, guia e amor verdadeiro. 

Nós te amamos para sempre, Tommy", diz o texto publicado nas redes sociais do ator e escrito por sua esposa, Rebecca Fleming. Tom fez boa parte de sua carreira na Austrália, apesar de ser americano.

AUTOR: UOL
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